D. PEDRO

D'ALCÂNTARA E BRAGANÇA

Imperador do Brasil - Rei de Portugal

D. PEDRO

D'ALCÂNTARA E BRAGANÇA

Imperador do Brasil - Rei de Portugal

D. PEDRO

D'ALCÂNTARA E BRAGANÇA

Imperador do Brasil - Rei de Portugal

D. PEDRO

D'ALCÂNTARA E BRAGANÇA

Imperador do Brasil - Rei de Portugal

D. PEDRO

D'ALCÂNTARA E BRAGANÇA

Imperador do Brasil - Rei de Portugal

D. PEDRO

D'ALCÂNTARA E BRAGANÇA

Imperador do Brasil - Rei de Portugal

D. PEDRO

D'ALCÂNTARA E BRAGANÇA

Imperador do Brasil - Rei de Portugal

 

Kssssse! Pédro – Ksssss! Kssssse! Miguel.
Honoré Daumier. Litografia satírica para o jornal La Caricature, publicada a 11 de julho de 1833.
O fim de uma guerra que teve como protagonistas dois irmãos, instigados por interesses políticos de outras nações. O espírito liberal representado pelo rei francês Luís Filipe apoia D. Pedro e o Czar Nicolau da Rússia, representando a Santa Aliança apoia D. Miguel.
Biblioteca Nacional de Portugal | © BNP
26 de Maio
Assinatura do Tratado de Évoramonte, no Alentejo, que põe fim à guerra civil e ao governo do rei D. Miguel.
Aos vencidos foi concedida a amnistia geral de todos os crimes políticos. D. Miguel é forçado ao exílio para sempre no estrangeiro, sendo-lhe concedida uma pensão anual. No dia seguinte, numa das suas últimas aparições públicas, D. Pedro é apupado no Teatro de S. Carlos, por alguns liberais radicais descontentes com os termos da rendição.

A notícia é dada no Suplemento nº 124 Crónica Constitucional de Lisboa, 27 de Maio de 1834, edição de 3ª feira:

Ill.mº e Exc.mo Snr.

Tenho a honra de acusar a recepção do officio de V.Exc. que acompanhava duas cópias das ordens que V. Exc.ª recebeu do Governo de Lisboa , bem como um masso de Proclamações, assignadas pelo Senhor D. Pedro, Duque de Bragança; e em resposta cumpre-me dizer-lhes que para evitar o derramamento de mais sangue Portuguez, se aceitam as Proposições que V. Excª me remeteu por cópia.

Como se permite ao Senhor D. Miguel ao embarcar em qualquer Porto, e embarcação das quatro Nações coligadas, ele escolhe o porto de Sines, ou outro qualquer no Algarve, e um Vaso Inglez; e espera saber se a Serenissima Senhora Infanta D. Isabel Maria, que se acha na Praça d’Elvas, o quer acompanhar.

(..)

Deus guarde a V. Excª Evora, 26 de Maio de 1834.

Biblioteca Nacional de Lisboa