D. PEDRO

D'ALCÂNTARA E BRAGANÇA

Imperador do Brasil - Rei de Portugal

D. PEDRO

D'ALCÂNTARA E BRAGANÇA

Imperador do Brasil - Rei de Portugal

D. PEDRO

D'ALCÂNTARA E BRAGANÇA

Imperador do Brasil - Rei de Portugal

D. PEDRO

D'ALCÂNTARA E BRAGANÇA

Imperador do Brasil - Rei de Portugal

D. PEDRO

D'ALCÂNTARA E BRAGANÇA

Imperador do Brasil - Rei de Portugal

D. PEDRO

D'ALCÂNTARA E BRAGANÇA

Imperador do Brasil - Rei de Portugal

D. PEDRO

D'ALCÂNTARA E BRAGANÇA

Imperador do Brasil - Rei de Portugal

 

Vista do porto de Belisle.
Gravura publicada no Elogio Histórico do Rei D. Pedro IV, pelo Marquês de Resende, apresentado na Academia das Ciências de Lisboa em 1836 e publicado em 1867.
Palácio Nacional de Queluz | © PSML
10 de Fevereiro
Organizada a expedição, D. Pedro parte de Belle-Isle, na Bretanha (França), para os Açores
Dias antes redigira um Manifesto, expondo os seus objectivos e assumindo a Regência em nome da Rainha D. Maria II.
O Manifesto redigido por D. Pedro é publicado no nº 20 da Crónica Constitucional de Lisboa, 17 de Agosto de 1833, edição de Sábado:

Manifesto de D. PEDRO, Duque de Bragança.

Chamado a suceder a ElRei Meu Augusto Pai no Throno de Portugal como seu Filho Primogénito pelas Leis Fundamentais da Monarchia, mencionadas na Carta de Lei, e Edicto Perpetuo de 15 de Novembro de 1825 (…) formalmente reconhecido como Rei de Portugal por todas as Potencias, e pela Nação Portugueza, que Me enviou á Corte do Rio de Janeiro huma Deputação composta de Representantes dos Tres diferentes Estado (…)

Não duvidando que estas Minhas francas expressões penetrarão os corações dos Portuguezes honrados, e amantes da Patria, e que eles não hesitarão em vir unir-se a Mim, e aos leaes, e denodados Compatriotas que Me acompanharão na heróica empresa da Restauração do Throno Constitucional da Rainha Fidelissima Minha Augusta Filha, Declaro que não vou levar a Portugal os horrores da guerra civil, mas sim a paz e a reconciliação, arvorando sobre os muros de Lisboa o Estandarte Real a mesma Soberana, como o pedem as Leis da eterna Justiça, e os votos unânimes de todas as Nações cultas do Universo.

Bordo da Fragata Rainha de Portugal, aos 2 de Fevereiro de 1832.

D. PEDRO, Duque de Bragança

Biblioteca Nacional de Lisboa